sexta-feira, 20 de abril de 2012

Risco de apagão abre porta para lucrar com turismo receptivo

















O turismo brasileiro está se tornando poliglota. Em 2011, cerca de 5,4 milhões de turistas estrangeiros aportaram no País - um recorde segundo o Ministério do Turismo, mas ainda baixo quando comparado a outras nações. A expectativa da instituição é de que número de estrangeiros visitando o Brasil chegue a 8 milhões com a Copa de 2014 e a 10 milhões com os Jogos Olímpicos de 2016.

O risco de um "apagão" da infraestrutura para esse público representa também uma oportunidade para pequenos e médios empreendedores do setor de serviços para o "turismo receptivo" - ou seja, voltado para recepcionar os estrangeiros que visitam o País.

"A Conferência das Nações Unidas Rio+20, a Copa das Confederações, a Copa do Mundo, as olimpíadas e o bom momento econômico do Brasil têm aumentado o interesse dos turistas estrangeiros", diz Aldo Arthur Sivierro, presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Rio de Janeiro (Sindetur-RJ).

Para ele, com a maior visibilidade, a imagem do Brasil deixa de ser marcada na mídia internacional apenas por notícias negativas, como desastres naturais e criminalidade. Ele acredita que o turismo internacional deve ter um aumento de pelo menos dois dígitos anualmente até as olimpíadas.

Sivierro vê alguns obstáculos, no entanto, para uma presença maior de estrangeiros. "O Brasil é um País distante do mercado da Europa e da Ásia, o que se torna num empecilho ainda maior com a moeda alta como está."

A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) destaca ainda a carência de linhas de crédito e incentivos fiscais, a pouca integração entre os poderes público e privado, a falta de profissionais qualificados e que falem mais de uma língua e a precariedade da estrutura aeroportuária. A crise econômica que atingiu a Europa e os Estados Unidos também é um problema da conjuntura atual.

Arthur Sivierro avalia que pequenos e médios empresários teriam dificuldades em abrir agências de viagens que trabalhassem diretamente com turistas internacionais. "Geralmente, as empresas são recontratadas por agências internacionais. Para isso, é preciso ter um nome estabelecido e contatos, algo que leva algum tempo."

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Especial para o Terra

Fonte: Terra



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sábado, 7 de abril de 2012

Albergue é opção barata de investimento no setor hoteleiro


Os gastos previstos com a infraestrutura para a Copa do Mundo no Brasil já deram um salto de 28,7% em relação ao orçamento inicial e já chegaram a R$ 30 bilhões. Além da modernização de aeroportos, desenvolvimento do transporte viário e construção de novos estádios, um outro setor em que o País corre contra o tempo é o hoteleiro. Segundo dados da Fifa (Federação Internacional de Futebol Association) apenas o Rio de Janeiro e São Paulo apresentam número de leitos suficientes para o evento dentre as 12 cidades-sede da Copa de 2014. 

Enquanto a construção de hotéis pode custar muitos milhões e demorar anos, empreendimentos menores como albergues - também conhecidos como hostels - podem funcionar com mais rapidez e com um investimento ao alcance também do pequeno e médio empresário. 

Para Fabio Lazoski, proprietário do Atma Hostel, localizado em São Paulo, o protagonismo internacional do Brasil de maneira geral - e não somente a Copa - contribui para potencializar o negócio de albergues no País. "Na Europa, o hostel é uma opção comum de alojamento. Com mais empresários e turistas vindo para o Brasil, estamos entendendo como funciona o resto do mundo no que se refere à recepção", afirma. 

De acordo com a Federação Brasileira dos Albergues da Juventude, existem cerca de 90 albergues funcionando no Brasil. Um número relativamente pequeno em comparação com a Alemanha, que, mesmo com menos da metade da população brasileira, conta com 530. Não por acaso, o primeiro albergue da juventude no mundo foi inaugurado lá, na cidade de Altena, em 1909, com o objetivo de oferecer melhores condições para hospedagem estudantil. Hoje, famílias e até mesmo executivos têm aderido aos hostels em suas viagens. 

Além de, na maioria dos casos, possuírem quartos que são compartilhados por vários hospedes, Lazoski julga que "a diferença entre um hostel e um hotel é que a maioria não tem serviços como os de arrumação de cama, de quarto, ou mesmo telefone". Isso não impossibilita, segundo ele, que os albergues procurem se diferenciar do modelo padrão. No Atma, os seis quartos disponíveis costumam ser usados por até dezesseis clientes, "que têm acesso a ofurô, sauna a vapor, arrumação de quartos e até aulas de pilates". 

Aberto em 2005, no bairro nobre do Itaim Bibi, o albergue também oferece serviço de restaurante. O pacote de serviços faz com que Lazoski o defina como um hostel boutique. "É o único do tipo no Brasil", diz. Isso, é claro, tem um preço: enquanto um albergue normal cobra diária de R$ 40 a R$ 50, o Atma custa R$ 99 ao dia e é voltado, principalmente, para executivos fazendo turismo de negócios

Enquanto média nacional de ocupação dos hotéis é de 70%, segundo o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (Fohb), São Paulo atingiu picos de 80%, em 2011. "Isso mostra que ainda há muito espaço pra crescer", diz Lazoski. Ele espera um retorno de cerca de 30% ao ano sobre o capital investido no hostel. 

Negócio em expansão
Natal está entre as cidades-sede da copa que ainda não resolveram seu déficit de leitos. Enquanto as autoridades avaliam a possibilidade da utilização de navios-hotéis como solução para acomodar os turistas em 2014, a empresária Luzinete Gomes - a Dona Lu - confirma que a capital do Rio Grande do Norte tem tido um aumento contínuo da procura por acomodação. Dona do Hostel Verdes Mares, ele diz que viu a demanda triplicar nos últimos anos. 

Depois de trabalhar por mais de uma década em uma multinacional, ela diz ter decidido montar seu próprio negócio. A primeira tentativa, uma loja - que abriu com a irmã - não deu certo. Inspirado pelo albergue Lua Cheia, o primeiro da cidade, o filho da empresária sugeriu a ela que investisse no segmento. Depois fazer um curso rápido de turismo no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio ao Empresário), ela buscou orientação junto à Federação Brasileira dos Albergues da Juventude e adaptou a casa para comportar os primeiros 14 leitos de seu hostel. 

"Eu não sabia nada de turismo, mas tinha uma casa própria - o que foi importante na hora de investir", conta. Hoje, o negócio conta com 53 leitos, que ela espera ampliar com mais três apartamentos, além de cozinha comunitária e uma piscina. "Nosso diferencial está no preço. Em Natal, a diária de hotel ou em uma pousada custa de R$ 600 a R$ 800. Aqui, cobramos de R$ 40 a R$ 50", diz ela...

Fonte: Terra Brasil





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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Tempos de empreendimento na hotelaria


Quantos meios de hospedagem existem no Brasil? Segundo o Ministério do Turismo, 28 mil, somados hotéis, pousadas e albergues. A consultoria Jones Lang Lassale aposta em 10 mil hotéis. Destes, 2,5 mil estão em São Paulo (40 mil só na Capital), avalia Bruno Omori, presidente da ABIH-São Paulo. Já o Guia 4 Rodas se fixou em 5,3 mil hotéis no País. Somadas, redes nacionais e internacionais respondem por apenas 8% dos empreendimentos hoteleiros do País, e geralmente instalados nas grandes cidades. A maioria (92%) mantém administração independente, quase sempre sob a gestão do proprietário.

Para dar ideia do potencial, o consultor Caio Calfat revela que a hotelaria brasileira representa só 4% do PIB contra média mundial de 10%. É nesse contexto de oportunidades mal exploradas que três italianos, um argentino e um brasileiro descendente de alemães se juntaram para dar cara nova ao Porto Pacuíba, em Ilhabela.

O hotel de pequeno porte na idílica ilha nasceu em 1996 do sonho da família Benz ao deixar para trás uma concessionária em São Paulo para se aventurar no mundo da hotelaria. Apoiados na experiência nos últimos 15 anos de Werner Benz, montados em um investimento de R$ 10 milhões e após quatro meses de reformas, os cinco sócios também expandiram o privilegiado espaço ao lado da praia para 5 mil m2 . Surgiram, entre outras inovações, 28 quartos confortáveis em ambiente refinado, com uma majestosa piscina à porta que funciona como cartão postal. À frente do grupo está Giovanni Fiorentino, jovem executivo de sucesso que nasceu em Roma e se mudou para o Brasil em 1996. Velejador, apaixonou-se por Ilhabela e juntando o útil ao agradável identificou também um negócio que trouxesse a ele satisfação pessoal. As oportunidades dele e de Werner se cruzaram, e junto com Guido Chifarelli, insatisfeito professor de Química e amigo de infância na Itália, e mais dois sócios capitalistas, o grupo resolveu fazer da hotelaria um desafio. Otimistas e cheios de planos para o futuro, os proprietários do Porto Pacuíba exemplificam os ventos empreendedores que finalmente sopram no setor.

Some-se isto a demanda galopante que mantém cidades como São Paulo com as reservas saturadas e o perfil mais popular de hóspedes que viabiliza os grandes volumes. Nasce assim, na opinião de Diogo Canteras, da consultoria hoteleira internacional HVS, um novo e longo ciclo de desenvolvimento sustentável da hotelaria brasileira. Para ele, esta etapa começa a se cristalizar a partir de 2013, e deve perdurar pelo menos nos próximos dez anos. "Esta é a hora e vez dos hotéis", conclui. O consultor Caio Calfat concorda. Para ele, estão aparecendo no Brasil redes que chegam com conceitos avançados e novas tecnologias e que devem tirar do marasmo a hotelaria brasileira, que em alguns casos estacionou nos anos 60.

Nos últimos dez anos, o número de turistas estrangeiros se estagnou na faixa de cinco milhões de visitantes. Assim, a expansão da oferta hoteleira se baseia na demanda progressiva de turistas domésticos, estimados em 65 milhões, o que torna este mercado muito atrativo. Em média, cerca de 90% dos hóspedes chegam para lazer, e 10% a trabalho. Rio de Janeiro é principal destino dos turistas de lazer (27%) e São Paulo dos viajantes de negócios (52%)...

Fonte: Itu.com.br





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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Turismo: 71% dos brasileiros compram passagens aéreas pela internet


SÃO PAULO - O uso da internet  para comprar passagens aéreas está cada vez mais comum entre os brasileiros. Segundo pesquisa da Skyscanner, empresa multinacional de busca on-line de passagens aéreas, 71% dos consumidores do Brasil já compraram passagens por este meio.


O estudo também mostrou que 51% dos brasileiros têm total confiança nas transações eletrônicas feitas nos sites das companhias aéreas.


“Com a demanda por procura de passagens aéreas domésticas aumentando a cada ano e a proximidade da chegada de eventos internacionais no país, o brasileiro está se tornando cada vez mais exigente em relação às compras de passagens aéreas, infraestrutura de cidades e aeroportos”, explicou o diretor geral da Sakyscanner do Brasil, Mateus Rocha.


Cidades
De acordo com o estudo, o Rio de Janeiro foi considerada a cidade mais estruturada para receber turistas. Em seguida, aparecem São Paulo (15%) e Curitiba (11%). Por outro lado, as cidades de Manaus e São Luís foram considerados as piores em questão de estrutura para receber turistas, ambas com 1% dos votos.


Com relação aos aeroportos, na opinião de 23% dos entrevistados, Congonhas (SP) deixa a desejar e não oferece os serviços mínimos aos passageiros. Em seguida, na mesma classificação, aparecem os Aeroportos de Manaus (22%) e Santo Dumont (RJ), com 13% dos votos.


Fonte: Info Money



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ABIH-RJ e CNO garantem hospedagem durante a Rio + 20


A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio de Janeiro confirmou hoje, durante seminário realizado sobre a Rio+20, no Centro Cultural Banco do Brasil que para este evento quase 12 mil quartos estão reservados e contratados pelo Comitê Nacional da Organização. O número representa 70% da oferta dos apartamentos de hotéis quatro e cinco estrelas. Diante destes números a ABIH-RJ já faz uma projeção de uma taxa de ocupação de até 95% dos apartamentos, lembrando que muitos eventos paralelos acontecerão na semana entre os dias 17 e 24 de junho.

Segundo Alfredo Lopes, presidente da ABIH-RJ até 2016 a cidade ganhará 10 mil novos apartamentos e 36 novos hotéis. Já para o final deste ano o Rio devem ter início a construção de 5.800 novos apartamentos. "Destaco o empenho que está sendo feito em conjunto entre as autoridades do Rio e do governo federal para oferecer uma boa infraestrutura de turismo receptivo", afirmou.

Já o Secretário Nacional do Comitê Nacional de Organização (CNO) da Rio+20,  ministro Laudemar Aguiar assegurou que não haverá problemas para alocar membros de delegações estrangeiras que participarão da Rio+20 — Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. Em entrevista coletiva realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio, Laudemar Aguiar informou que, pelo menos, 84 delegações solicitaram quartos de hotel para seus chefes de Estado.

Além disso, a Organização das Nações Unidas (ONU) já registrou 100 pedidos de inscrição de chefes de Estado ou líderes de Governo para pronunciamento oficial na Conferência.  O volume de visitantes, estimado em 50 mil pessoas credenciadas para as atividades oficiais — fora o público que deve participar de uma gama de atividades paralelas — não espanta os organizadores. Segundo o Secretário Nacional do Comitê Nacional de Organização da Rio+20, cidade alguma no mundo tem um estrutura permanente para um evento deste porte e a hospedagem alternativa e solidária é uma prática comum no exterior. 

"Entre hotéis de cinco e quatro estrelas, temos hoje cerca de 50% de leitos do Rio de Janeiro já bloqueados. Já atendemos a mais de oito mil membros das delegações estrangeiras. Com relação às delegações oficiais e representantes da ONU não há qualquer dúvida quanto à hospedagem. Para os demais, a acomodação em hotel será complementada com outro tipo de acomodação", explicou Laudemar Aguiar. 
No entanto, ao ser questionado sobre investigações que começaram a ser feitas a pedido do Ministério Público sobre a elevação de preços nos hotéis em função da elevada demanda, o ministro foi cauteloso, ressaltando apenas que a iniciativa partiu do próprio Governo. "A partir de negociações do Ministério do Turismo e do Ministério da Justiça com a ABIH e com a rede hoteleira, devemos ter respostas sobre o assunto. Prefiro aguardar essas negociações", acrescentou. 

Ainda com relação à acomodação dos visitantes, Laudemar Aguiar informou que a Prefeitura ofereceu espaços para acampamentos. Por enquanto, a área do parque da Quinta da Boa Vista está reservada. Mas outros locais já foram cedidos pela Prefeitura e seu uso ainda está sob análise dos organizadores. A Rio+20 será realizada em etapas. Entre os dias 13 e 15 de junho, os comitês se reunirão para as negociações diplomáticas, já que o objetivo é levar o documento final, pronto para aprovação dos chefes de Estado ou líderes de Governo.

De 16 a 19 de junho, serão realizados debates com a sociedade civil sobre grandes temas voltados para o desenvolvimento econômico e social. E, no período de 20 a 22 de junho, acontecerá a conferência propriamente dita, sob a tutela da ONU que ganhará as "chaves do RioCentro". Para a conferência, foram convidados os 193 Estados membros da ONU. A expectativa é contar com a participação de 100 a 120 chefes de governo e estado. "De 13 a 22 de junho, o Rio será o umbigo do mundo. Se na Rio-92 contamos com um número expressivo de ONGs, desta vez também teremos a participação expressiva também do empresariado e das instituições acadêmicas. Na Conferência, o Brasil vai mostrar a sua experiência de desenvolvimento sustentável, divulgando políticas de inclusão social, tecnologias limpas e seu comprometimento com o desenvolvimento sustentável", observou o representante do Governo Federal. 

As atividades serão realizadas no RioCentro, no Parque dos Atletas (Cidade do Rock), no Autódromo e na Arena HSBC, de onde serão transmitidas imagens em tempo real dos eventos. Também haverá as atividades paralelas no Parque do Flamengo — onde acontecerá o encontro da Cúpula dos Povos —, no Museu de Arte Moderna (MAM) e na casa de espetáculos Vivo Rio, que também transmitirá eventos em tempo real. Outro polo de atividades será o Pier Mauá, no Centro do Rio (quatro Armazéns e o Galpão da Cidadania). Além disso, na Quinta da Boa Vista, haverá uma área destinada ao acampamento dos estudantes. 
"Teremos dois polos de transmissão: a Arena HSBC, na Barra, e o Vivo Rio, no Centro. Também incentivaremos o uso da internet e das mídias sociais para que o maior número possível de pessoas possa acompanhar as discussões", observou o ministro. 
A Segurança do encontro está a cargo do Ministério da Defesa; Forças Armadas trabalham de forma integrada com os poderes estadual e municipal do Rio de Janeiro. Com relação ao trânsito, Laudemar Aguiar explicou que haverá um RioCard especial para ser utilizado durante a Rio+20 em ônibus, trens, metrô e barcas, a fim de evitar filas. "O Rio é uma cidade acostumada a receber grandes eventos, como o Réveillon e o Carnaval. Haverá comboios com os chefes de Estado. E a população será avisada sobre as alterações de trânsito para que as pessoas possam se programar com antecedência", ressaltou o ministro. 

A Rio+20 será uma conferência voltada para o desenvolvimento sustentável. O conceito extrapola as preocupações ambientais e envolve, também, a inclusão social. A proposta é incentivar e divulgar práticas da economia verde, sugerir políticas de erradicação da pobreza, inclusão social e de acessibilidade. Ao explicar aspectos logísticos e de organização da Conferência, Laudemar Aguiar afirmou que o Brasil dá exemplo quando o tema é sustentabilidade, seja pelo uso de energias limpas, seja pela inclusão social e também pelas práticas de acessibilidade, uma das preocupações dos organizadores da Rio+20. 

Uma das iniciativas nesse sentido é o recrutamento de mil jovens de comunidades vulneráveis e 400 universitários. Eles serão capacitados para atuar no encontro. E, após a Conferência, será feito um cadastro positivo, a fim de recrutar aqueles com melhor desempenho em eventos futuros ou atividades da rede hoteleira.  "Vamos implementar a participação de voluntários de, pelo menos, mil jovens de comunidades vulneráveis. Não pensamos somente na Rio+20. Temos a ideia de capacitá-los e pretendemos utilizá-los, no futuro. Vamos criar um cadastro positivo onde agregaremos o conceito de incluir socialmente com o da meritocracia: quem trabalhou bem será convidado a trabalhar nos próximos eventos", revelou Laudemar Aguiar.

Outra iniciativa anunciada de viés educativo, no sentido da acessibilidade. As instalações, especialmente as do RioCentro, serão adaptadas a portadores de necessidades especiais. Além das pessoas com deficiência motora, portadores de deficiência auditiva e visual poderão acompanhar as atividades, já que a acessibilidade para esse tipo de necessidade especial vai estar garantida por meio de aplicativos e tradução de linguagens. "Queremos que essa seja uma conferência educativa. O Governo quer a Rio+20 participativa e inclusiva. A acessibilidade não deve ser considerada um fardo, mas um aspecto que faz parte da mobilidade urbana do Rio e de outras cidades do Brasil", completou o Secretário Nacional do Comitê Nacional de Organização da Rio+20...






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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Aproveite a Semana Santa na paradisíaca Costa Verde do Rio de Janeiro


Paraty e Mangaratiba são as grandes pedidas para o feriadão

Serra e mar em plena harmonia são testemunhas vivas deste paraíso com mais de  30 ilhas e de 100 praias de beleza singular e águas cristalinas que refletem o verde da natureza. Mangaratiba consolida-se cada vez mais como uma excelente opção de turismo, lazer, gastronomia, cultura e descanso. Nesse paraíso está localizado o Portobello Resort & Safári que preparou um pacote especial para quem deseja aproveitar o feriado da Semana Santa com a família. O pacote de 4 noites custa a partir de R$ 4.700 para o casal e inclui café da manhã, almoço e jantar, servidos em bufê (incluindo bebidas: água mineral, refrigerantes, suco de frutas e cerveja nacional em lata). A programação do feriado inclui música ao vivo todas as noites e um show de Cláudio Zoli no sábado (07/04). 

O resort ainda disponibiliza um equipado mini-clube onde as crianças podem brincar à vontade na companhia dos monitores sem custo adicional. Uma criança de até 12 anos no mesmo apartamento dos pais, não paga diárias e duas crianças de até 12 anos na mesma suíte dos pais também não serão cobradas.  

Na histórica Paraty, em meio às famosas ruas de pedras do século XVIII, conhecidas como pé-de-moleque, o visitante irá desfrutar do melhor da gastronomia, cultura e belezas naturais e arquitetônicas da cidade. Localizada no Centro Histórico, a Pousada Porto Imperial está oferecendo, para o feriado, um pacote de 3 noites a partir de R$ 1.650 em apartamento standard duplo com café da manhã. 

Com 47 confortáveis suítes, todas equipadas com ar-condicionado, TV a cabo Sky em qualidade HD e frigobar, a pousada conta com um jardim interno que surpreende pela exuberância das bromélias, palmeiras e outras plantas típicas da região. A área da piscina, integrada ao jardim, é um lugar excelente para aproveitar o sol, ou relaxar após um dia de passeios pelas praias e cachoeiras. O espelho d’água e a hidromassagem aquecida reforçam o conforto. Sauna a vapor e uma ducha relaxante completam o ambiente. A sala de leitura anexa à piscina também é um convite ao relaxamento.


Tudo isso e muito mais no Guia de Hotéis RJ


Fonte: Portal Nacional de Seguros





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Paraty será sede do primeiro Virada Digital


Paraty


Depois do sucesso de público e crítica da Virada Cultural e da Virada Esportiva, chegou à vez do Festival Virada Digital.


Serão 72 horas ininterruptas de atividades ligadas a novas tecnologias, inovação e empreendedorismo, na cidade histórica de Paraty, nos dias 11, 12 e 13 de maio.


O lançamento do projeto ocorreu na noite de ontem (29), no Circo Voador, no Rio.


O Virada Digital reunirá um grande número de pessoas em "hubs", (terminais interativos digitais) instalados em espaços públicos das cidades-sede: Paraty, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que exibirão atrações de diversos países do mundo.


Nesses locais haverá experimentações interativas, biomodelagem, demonstrações de tecnologias de inclusão digital e social, voltados à terceira idade, a estudantes, professores da rede pública de ensino e a comunidade.


Entre as atrações, está uma apresentação especial do Solar System Scope, simulador 3D interativo utilizado pela NASA, demonstrações de protótipos e modelos de games de última geração, além das últimas inovações em setores como mapeamento estético, transações financeiras via celular e criação musical por meio de softwares digitais.


Na área musical, estão confirmadas apresentações de artistas de todo o Brasil, que integram o Projeto Compacto Petrobrás.


O diretor-executivo do Virada Digital, Roberto Andrade, destaca que mesmo quem não estiver em Paraty poderá acompanhar o evento em tempo real nos hubs exclusivos.


- Além disso, os conteúdos serão distribuídos gratuitamente em formato digital nos canais do Virada Digital na internet - observou.


O evento pretende reunir um público amplo, desde CEOs, empresários e pesquisadores até profissionais liberais, artistas e gestores públicos. Os visitantes terão contato com lideranças brasileiras e internacionais da sociedade em rede, da inovação e do conhecimento digital, além de atrações tecnológicas vindas de centros de pesquisa públicos e privados e de universidades.


Na programação do evento estão previstas mais de 70 atividades entre palestras, conferências, painéis, seminários, oficinas e demonstrações tecnológicas. Estes conteúdos virão de diversos estados brasileiros e de outros 12 países convidados a participar do festival.


Sustentabilidade


O desenvolvimento de tecnologias sustentáveis está entre os principais eixos temáticos do Virada Digital. O evento prevê em sua programação a realização de eventos de compensação de emissões de carbono, desenvolvimento de processos para redução e mitigação dos impactos ambientais, coleta seletiva permanente de resíduos, processos para baixo consumo de água e energia, além da revitalização da área do festival.


Programação


A programação do Festival Virada Digital está em fase de consolidação pelos curadores e a grade com os conteúdos e atividades confirmadas estará disponível permanentemente no site.


Os conteúdos dizem respeito a 16 áreas de conhecimento: Alimentação, Aplicativos, Ciências, Cultura, Sustentabilidade, Comércio, Educação, Empreendedorismo, Entretenimento, Esportes, Infraestrutura, Mídias Digitais, Saúde, Serviços, Trabalho, Turismo...


Fonte: Diário do Vale





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terça-feira, 3 de abril de 2012

Projeto de sensibilização turística em Angra é reativado


Angra dos Reis 


A Fundação de Turismo de Angra dos Reis (TurisAngra) recomeça na próxima semana um projeto que visa chamar a atenção dos moradores da cidade para a importância do setor turístico. Atualmente o turismo movimenta cerca de R$ 325 milhões e emprega aproximadamente sete mil pessoas, que trabalham para receber uma média de 1,3 milhões de turistas por ano em todo o município. Apesar dos números vultosos, ainda há uma grande lacuna a ser preenchida no que tange a participação dos angrenses nesse mercado. 


O projeto de sensibilização turística pretende aumentar o nível de conhecimento dos moradores da cidade sobre o riquíssimo patrimônio histórico que Angra dos Reis possui e incentivar a sua exploração. 


- Atualmente os turistas são atraídos para Angra por causa de suas belezas naturais. Porém, não podemos esquecer o nosso patrimônio histórico, que é pouco explorado. Muitas pessoas desconhecem a importância de nossos monumentos, como os conventos do centro da cidade, a Casa de Cultura e tantos outros pelos quais elas passam todos os dias. Temos que levar essa informação para que eles sejam multiplicadores, e assim, nos ajudem a preservar essas histórias e usá-las como outro forte atrativo da cidade - disse Márcio Miller, coordenador do projeto.


As ações de sensibilização turística foram divididas em duas fases. Na primeira, serão realizadas palestras em escolas do município. Na ocasião, também serão exibidos dois filmes: "Angra Antiga" e "Corredores Turísticos", que vão ajudar a contar um pouco do passado e do presente da cidade. Também estão sendo agendadas apresentações em outras escolas. O Colégio Estadual Arthur Vargas, o Ceav, já mostrou interesse em uma palestra sobre o assunto para as alunas do curso de normalistas. 


Na segunda fase, serão realizados city tours pelo centro histórico de Angra dos Reis. Estão previstas visitações aos principais monumentos da cidade, como o Convento do Carmo, a Bica da Carioca, as igrejas Matriz e de Santa Luzia, o Convento de São Bernardino de Sena, entre outros. Nesse estágio os participantes serão acompanhados por um guia de turismo que vai passar as informações específicas sobre cada local visitado...


Fonte: Diário do Vale





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